Até entendo o sofrimento quando se ama sozinho...
Talvez o nome seja orgulho, sentimento enorme que cega as pessoas, talvez o nome seja egoísmo, sentimento mesquinho que toma o coração ou talvez o nome seja medo, sentimento compreendido por quem já teve o coração partido. Seja qual for o nome não importa, não quando o que se sente é verdadeiro e puro, nada importa quando se ama e é amado, a não ser que o nome seja mentira ou ilusão, ai a história muda, os personagens abaixam as mascaras e a verdade vem a tona.
Não acredito em quem diz que basta tentar uma vez, ainda mais quando sabe que tudo e todos merecem uma segunda chance, não acredito em quem diz que se importa, ainda mais quando assim que se fecha a porta se agarre a outro e acredito menos ainda em quem diz que tem uma pessoa importante na vida, quando a única coisa que faz é apontar os defeitos e os erros cometidos. Quem ama, perdoa, certo?! Quem ama, enxerga no ser amado o seu reflexo, certo?! Então porque tantos dedos apontados?!
Tudo isso me leva a duas conclusões, primeiro, o verdadeiro nome é orgulho e está tão cego por ele que mal enxerga que está a beira de um precipício e prefere dar um passo a frente do que voltar atrás! Segundo, o verdadeiro nome é egoísmo, afinal quem não gosta de ser amado? Quem não gosta de saber que causa choque com apenas um toque? Quem não gosta de saber que no amanhã sempre vai receber uma ligação, um sorriso, um beijo e um abraço verdadeiro?! Mas ambos são sentimentos destrutivos, e levam a um caminho, a solidão!
No final dura apenas o que é verdadeiro!

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